04 de Março de 2019

Como uma página em branco um novo dia já raiou. É impressionante, que tudo começa de novo e nós humanos temos uma dificuldade em se desprender do passado e do futuro. O ser humano que me refiro sou eu mesma. As vezes eu acordo, olho para o céu e me pergunto, de novo? Estou tendo uma nova chance, e afinal, o que devo/posso fazer com isso? Acho que acostumei mal minha mente, ela quer participar de tudo que faço, está sempre dando "pitaco". Mas tudo bem, natural né. Eu que aprenda a lhe dar limite.
Este final de semana que passou me reencontrei com o Mar, eu, o Cauã, o Antoni, a Madalena, o Rogério, a Yasmin, a Marta, o Milton, o Matheus fomos na Praia de Torres. Eu me sinto agradecida por ter vivido esse momento. Sinto que dessa vez, eu estava bem mais a vontade com os familiares do Antoni, que são meus também, pois o Cauã é o elo que uniu nossas famílias.
Achei tão linda a água do Mar, de perto transparente, de longe tons de verde, ora escuros, ora claro. Depois que dei o primeiro mergulho senti meu paladar salgar. Senti frio no início, mas logo que as ondas começaram a me envolver, o frio passou. O agito das águas não deixava o corpo esfriar. É impossível ficar parado no Mar. Me encantei com a areia, ela endurecia e amolecia conforme eu movia a mão, bichinhos da cor da areia trocavam de lugar a todo o momento. Enfim, foi bom. Nos momentos fora da água, parecia que queria ter o controle de tudo, ficava tentando limpar a areia de mim. Como se ela fosse sujeira. Enfim, demorou para que eu me permitisse ficar com areia no corpo sem me incomodar. Gostaria de escrever mais, mas fica para um outro momento.

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