18 de Março de 2019
Nesse final de semana que passou tomei Ayahuasca, fazia um tempo que eu não entrava na força. Foi uma medicina de correções. Me deparei com as histórias que conto para mim no dia a dia. Já um tempo que estou buscando algo que não sei bem o que é. Me questionei sobre o que nos diferencia uns dos outros, se somos tão semelhantes. E percebi que parece que estamos sempre querendo "provar" algo a alguém ou a alguma situação. No entanto, o que nos diferencia é quem somos, ou seja o que fazemos com as oportunidades que temos. E quando me refiro as oportunidades, também incluo o que pensamos e sentimos. As vezes agimos conforme projeções que não são nossas. O grande desafio é saber o que de único e especial sabemos sobre algo que seja útil a compartilhar. Só que tudo muda conforme o momento que estamos vivendo. E tudo muda quando reconhecemos nossas limitações e nos dispomos a novas ações.
Por hoje digo isso apenas, estou com o Cauã nos braços. Tenho sonhos. Mas agora nesse instante do universo, sou mãe. E o melhor que posso fazer é isso, aprender a ser mãe, sendo. Gratidão.
Por hoje digo isso apenas, estou com o Cauã nos braços. Tenho sonhos. Mas agora nesse instante do universo, sou mãe. E o melhor que posso fazer é isso, aprender a ser mãe, sendo. Gratidão.
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